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domingo, 4 de novembro de 2012

Ex-jogador da SEA ainda guarda uniforme de 99

Em conversa com Ranieri Arquiniano, ex-jogador e amigo de infância do Presidente da SEA, obtivemos a informação de que o mesmo ainda guardava seu uniforme da época da criação do time em 1999.

Solicitamos então que o mesmo nos mostrasse tal "relíquia" e fomos agraciados com essa agradável surpresa. O material foi confeccionado na loja "As Paraibanas", localizada ainda hoje na tradicional Av. 01 do Bairro do Alecrim.

Foram realizados àquela época 13 jogos no total, com a seguinte campanha: 04 vitórias, 01 empate e 08 derrotas. O primeiro jogou ocorreu em 26/09/99 e o último em 09/01/00.



Direção da SEA

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A escravidão no futebol europeu

Estamos em pleno campo... Do firmamento / os cartolas saltam como piratas no ouro / o estádio em troca apaga no fanatismo / constelações dos miúdos tesouros. Nada melhor que plagiar "Navios Negreiros", de Castro Alves, na escravidão moderna da rota do futebol mundial.

Uma nova forma de tráfico de escravos avança pela Europa, onde incontáveis garotos africanos e latinoamericanos são levados ou atraídos por clubes da Espanha, Itália, França e Inglaterra, todos sonhando com um futuro de craque, mas acordando em pesadelo.

Apesar das normas da FIFA serem explícitas no combate aos contratos de menores, a realidade é outra nas peneiras e canteiras europeias, onde atualmente existem pelo menos 20 mil meninos africanos abandonados à própria sorte, após o fracasso dos testes.

Responsável por uma minuciosa investigação na África e nos arredores de cidades como Oslo, Paris e Londres, o cineasta espanhol Miguel Alcantud, que nasceu em Cartagena, cidade de históricas navegações, está produzindo um filme sobre o problema.

No longa metragem “Diamantes Negros”, que foi apelido de alguns craques do passado oriundos da África e América do Sul - como o uruguaio Andrade, o brasileiro Leônidas e o africano Ben Barek - o diretor quer denunciar ao mundo a nova escravidão.

Segundo Alcantud, vários organismos internacionais e ONGs já operam na investigação do tema, ainda ignorado pela imprensa que só tem destacado os raros casos de êxito de algumas crianças com talento para o futebol. Mas a maioria está vivendo nas ruas.

“É uma nova perversão levada a cabo de várias maneiras”, diz o diretor, em reportagem estampada na terça-feira, 28, nos jornais da rede “Público”, que circula em algumas cidades europeias. Os meninos são atraídos por fantasias e até passaportes falsificados.
Alguns clubes, mandando às favas a determinação da FIFA, usam a tática de contratos temporários como jardineiros em seus estádios ou faxineiros nos bares da sede, só até constatar a ausência de talento. Grande parte é dispensada e vai sobreviver pelas ruas.

O representante da ONG “Culture Foot Solidaire”, ex-jogador camaronês Jean-Claude Mbvoumin, já denunciou oficialmente o fato no Parlamento Europeu. Há inúmeros casos em que as famílias vendem patrimônios para bancar a ida dos filhos à Europa.

Vivendo a realidade cruel da pobreza na África ou América Latina, os pais alimentam o sonho de ver seus filhos com perspectivas de vida melhor, imaginando-os novas versões de Eto’o e Drogba; e para isso, se endividam para garantir a viagem deles.

Quando chegam em solo europeu, nada é fácil como esperavam ou como fora prometido pelos olheiros inescrupulosos.
 
Se não desempenham bem nos testes ou sofrem lesões, são abandonados à própria sorte, longe das famílias e sem qualquer estrutura.

Miguel Alcantud, segundo o diário Público, de Madrid, descobriu na Noruega o garoto John Obi Mikel, que ficou na Inglaterra escondido por um dirigente do Chelsea até completar 18 anos. O rapaz disse que três nigerianos viviam também na mesma casa.

O advogado holandês Ronny Van Meij, especialista em direito esportivo, foi quem levantou o número absurdo de 20 mil meninos que saíram da África para jogar futebol na Europa e hoje estão perambulando pelas ruas de Paris, Londres, Madrid e Lisboa.

O roteiro do filme “Diamantes Negros” contará a trágica aventura das crianças latinas e africanas através de dois personagens, ambos vítimas do tráfico e do esquema de dinheiro e interesses mesquinhos dos empresários e cartolas do futebol na Europa.

Nascidos no Mali, os garotos do filme, Setigui Diallo e Hamidou Samaké, tentam a sorte em clubes de Madrid e Lisboa e acabam vivendo nas ruas. Um deles consegue retornar à casa dos pais e descobre a triste cota de sacrifício que financiou seu sonho.

A mensagem do diretor é focar na enorme quantidade de decepções, que estão longe da mídia e mais distantes ainda da realidade dos casos especiais de Eto’o, que viveu nas ruas e venceu, e de Messi, contratado pelo Barcelona aos 12 anos e que se tornou um mito e referência para novos sonhos de futuro dos meninos pobres. (AM)

Por Alex Medeiros

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

FC Santa Claus: O Time do Papai Noel

Então é Natal, já diz a primeira frase da célebre canção de John Lennon "Happy Christmas", composta em 1971. E eu posso dizer com todas as letras que o período festivo de fim de ano tem tudo a ver com futebol. Tudo bem haver recesso futebolístico na Europa (exceto na Inglaterra) para as comemorações de fim de ano, mas existe um clube que vive o clima natalino durante os 12 meses do ano. Vamos conhecê-lo?

Reza a lenda que existem várias origens para Papai Noel. Uma delas, a mais aceita pelos historiadores, é de que havia um bispo na Turquia chamado Nicolau Taumaturgo que era bondoso e caridoso com os mais necessitados - daí o nome "Santa Claus" (São Nicolau em português) após sua canonização pelo Vaticano. Outras versões citam seu surgimento no antigo Império Bizantino. Mas se não sabemos ao certo sua origem, ao menos conhecemos o clube pelo qual o bom velhinho torce: o FC Santa Claus.

Localizado na cidade finlandesa de Rovaniemi, capital da província da Lapônia (oficialmente a "casa de Papai Noel") e fundado em 1978, o clube amador disputa a Miesten Kakkonen, a 3ª divisão nacional, e está inserido no Grupo C - são 14 equipes divididas em 3 chaves por critérios geográficos. Até recentemente era subsidiado por uma grande empresa carbonífera da Finlândia que teve de ser fechada devido às determinações do Ministério do Meio Ambiente do país nórdico. Seu estádio, o Rovaniemen Keskuskenttä, tem capacidade para apenas 2400 pessoas, mas que costuma ficar lotado quando a equipe da cidade entra em campo. Curiosamente, apesar do nome, Papai Noel em finlandês é conhecido pelo nome de Joulupukki, e o do o clube está na significação em inglês.

Em 33 anos de existência o Santa Claus jamais conquistou um título sequer e sempre atuou nas categorias mais baixas do futebol finlandês. Entretanto um pequeno salto de qualidade foi dado na temporada 2008: a ascensão da Kolmonen (4ª divisão) para a 3ª após vencer um play-off contra o FC Vaajakoskea e o SC Riverballia. Em 2009, no campeonato recém encerrado, a equipe laponiana terminou no modesto 10º lugar em seu grupo com apenas 29 pontos ganhos - 34 abaixo do líder Oulun Palloseura, ou OPS, que acabou conquistando o acesso à Ykkönen (2ª divisão). Já em 2010 a façanha de disputar a segunda divisão local bateu na trave, visto que chegou a ser campeão de seu grupo no torneio, mas sucumbiu ao HIFK no play-off de acesso. Devido ao rigoroso inverno naquela região nórdica, os times disputam as competições seguindo o calendário solar, ou seja, dentro do mesmo ano ao contrário da maioria dos países europeus.

O time, fazendo jus ao nome, joga bem no estilo "Papai Noel": com camisas, calções e meiões vermelhos com detalhes brancos (até 2009 o rosto do Bom Velhinho estampava os uniformes, conforme pode ser visto aqui). O marketing natalino tem também como objetivo manter os projetos sociais tocados pelo clube. Para cada camisa vendida, seja pelo site (isso mesmo, um time da 3ª divisão finlandesa tem um site de vendas de produtos) ou na lojinha, o Santa destina 10 Euros (R$ 22) a essas entidades numa parceria com a Unicef. Há ainda a intenção de fazer após a pausa de inverno um campeonato beneficente para que sejam angariados fundos para esses projetos assistenciais.


Seu plantel é basicamente composto de jovens revelados nas próprias categorias de base ou de talentos garimpados na região da Lapônia e atua praticamente no amadorismo - para se ter uma ideia os atletas são estudantes e trabalhadores locais. Os dirigentes do clube também dão preferência a treinadores que atuam na localidade. A equipe laponiana, contudo, explora a boa imagem para fazer uma fonte de renda extra para os seus jogadores. 

Bem que os dirigentes do FC Santa Claus poderiam pedir de presente de Natal um futuro melhor com muitas conquistas e reconhecimento internacional. Enquanto isso não acontece, o time do Papai Noel vai fazendo a alegria dos poucos mais de 50 mil habitantes de sua cidade.

Aqui, um vídeo promocional bem interessante com o time em treinamento em pleno rigoroso inverno finlandês - detalhe especial para o "treinador".


E é com esse espírito natalino, com Papai Noel e com muita alegria que desejo a todos vocês um Natal repleto de felicidade, saúde, paz e prosperidade!

Abaixo, dados do time do Papai Noel.


FC SANTA CLAUS

* Fundação: 1978
* Local: Rovaniemi/FIN
* Apelido: Santa
* Presidente: Jarmo Ylipaavalniemi
* Treinador: Tapio Haapaniemi
* Estádio: Rovaniemen Keskuskenttä (2400 pessoas)
* Uniforme: camisas vermelhas com detalhes brancos, calções vermelhos com detalhes brancos e meiões vermelhos
* Títulos: Nenhum
* Principais jogadores: Jyri Hietaharju, Jarno Koivisto, Tuomas Ravantti, Matti Vikman, Tero Taipale, Toni Vihervä, Jussi Vatanen e Antti Peura

Texto do Blog Futebol História
Escudo: arquivo pessoal
Vídeo: Vimeo

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Alecrim: Rumo aos 100 anos!

Criado no dia 23 de outubro de 1911, o mais popular bairro da cidade, o Alecrim completará 100 anos em breve.

Para quem não sabe, a sigla SEA significa SOCIEDADE ESPORTIVA ALECRINENSE. O nome de nossa agremiação se deve aos seguintes fatores:

1) "Sociedade Esportiva" foi ecolhida para fugir da mesmice de "Futebol Clube" ou "Esporte Clube". Como na época a equipe da Sociedade Esportiva Pauferrense se destacava no RN, a introdução foi adotada.

2) Alecrinense foi escolhida, não por sermos torcedores do Alecrim Futebol Clube, mas devido ao fato de a maioria dos membros residirem no Bairro do Alecrim à época (1999). Uma vez escolhido o nome, determinou-se a cor verde em função do Clube e da planta.


Fotos de Canindé Soares

Alison Lene
Colaborador
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

domingo, 21 de novembro de 2010

Série "Futebol Romance": Sociedade Esportiva Recreativa Perdigão / SC

A Sociedade Esportiva Recreativa Perdigão foi um clube brasileiro de futebol da cidade deVideira, no estado de Santa Catarina. Possui um título de Campeão Catarinense de 1966.

Mascote: Perdiz
Fundação: 1964
Cores: Vermelho e Branco.


Alison Lene
Colaborador
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

domingo, 14 de novembro de 2010

Série "Futebol Romance": Payssandu Futebol Clube / SP


O Payssandu Futebol Clube foi um clube brasileiro de futebol da cidade de São Paulo, atualmente extinto. Fundado em 1916, suas cores eram preto e branco e seu uniformes era composto por camisa e calção brancos. Participou de apenas uma edição do Campeonato Paulista de Futebol.

História

O clube foi fundado por, entre outros, Arthur Friedenreich, então jogador do Clube Atlético Ypiranga que, junto com outros jogadores do clube, fora suspenso por imposição da APEA devido a um amistoso disputado no fim da temporada anterior sem a devida autorização da liga. Para os jogadores suspensos, a única alternativa foi fundar o Payssandu e disputar o campeonato da LPF, que enfrentava sérios problemas e se mantinha apenas por causa das habilidades políticas de Mário Cardim.
O Campeonato Paulista de 1916 marcou o último ano de existência da LPF, concorrente da APEA. Enquanto quase todos os principais times estavam na APEA (dentre os times que já tinham conquistado o Paulistão, apenas o Corinthians disputou o torneio da LPF), a liga conhecida como "Liga do Mário Cardim" sofria com sua desorganização e contava com vários clubes iniciantes.
Devido a problemas de organização o campeonato não chegou ao fim, sendo interrompido após a sétima rodada. O Payssandu, considerado uma das equipes mais fracas daquela temporada, ficou na quinta colocação, enquanto o Corinthians foi apontado como campeão. Para o ano seguinte, as ligas foram unificadas.
Friedenreich disputou apenas uma partida pelo clube, contra o Corinthians, um amistoso em janeiro. O Payssandu perdeu por 2x1, mas Friedenreich marcou o gol do time, no segundo tempo. Um movimento a seu favor surgiu na APEA, e ele solicitou um perdão à liga, que o concedeu, permitindo que ele voltasse ao Ypiranga, sem, contudo, poder disputar o campeonato daquele ano. Essa foi a principal causa do fim do Payssandu, embora o time tenha disputado, sem Friedenreich, nove partidas do campeonato da LPF.

Alison Lene
Colaborador
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

domingo, 7 de novembro de 2010

Série "Futebol Romance": Palmital Atlético Clube / SP

O Palmital Atlético Clube foi um clube brasileiro de futebol da cidade de Palmital, interior do estado de São Paulo. Fundado em 19 de dezembro de 1929, suas cores eram preto e branco. Teve 14 participações no Campeonato Paulista de Futebol.


História

O Operário Futebol Clube foi o primeiro time profissional da cidade, disputou por 5 anos, a primeira vez em 1954, na Terceira Divisão (atual A3), e finalizou sua partipação em 1966. Os torcedores e organizadores da cidade se uniram para que tivessem um representante no profissionalismo e assim surgiu o Palmital Atlético Clube. O PAC herdou não só a vaga no Paulistão como também o apelido do antecessor: o Galo do Planalto. Com essa nova denominação, disputou 14 campeonatos entre 1967 e 1997, com alguns períodos de ausência.

Patrimônio

Esse time tem como propriedade o estádio Manoel Leão Rego, em precárias condições para uso profissional, e é utilizado para os jogos amadores da cidade. O clube possui também um prédio que funcionava como sede, cujo interior foi destruído por um incêndio. O Município possui o estádio Miguel Assad Taraia, em boas condições, local em que o PAC realizou suas últimas partidas, e esse estádio também é utilizado somente para jogos de amadores.
Depois de ter feito história durante nos de 1970, 80 e 90, acabou sendo suspenso pela FPF por volta de 1995, em função das dívidas adquiridas. Infelizmente, o clube se encontra quase que extinto, com remotíssimas chances de retorno ao futebol profissional.

Participações

  • Terceira Divisão (atual A3) = 11 (Onze)
1967 - 1968 - 1969 - 1980 - 1985 - 1986 - 1987 - 1988 - 1991 - 1992 - 1993
  • Quinta Divisão (atualmente extinta) = 03 (Três)
1978 - 1979 - 1997

Títulos

Estaduais

  • São Paulo Campeonato Paulista - Série A3: 1987.

Alison Lene
Colaborador
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

domingo, 31 de outubro de 2010

Série "Futebol Romance": Fussball Club Porto Alegre / RS

O Fussball Club Porto Alegre é um clube de futebol brasileiro extinto, da cidade de Porto Alegre no Estado do Rio Grande do Sul. Encerrou suas atividades no ano de 1944.


Após uma exibição feita pelos primeiros e segundo quadros do Sport Club Rio Grande, numa excursão em Porto Alegre em 7 de julho de 1903, um grupo de amigos resolveu criar um clube de futebol. O Fussball foi fundado no dia 15 de setembro de 1903, curiosamente na mesma data de criação do Grêmio FBPA. Os dois clubes porto-alegrenses também possuem em comum a origem germânica.
Seus fundadores foram Leopoldo Rosenfeld (presidente), J. Brenner (secretário), O. Becker (tesoureiro), Hugo Brenner, Oscar Schaitza, Guilherme Trein, Rodolpho Schoeller, Eugênio Sattler, Oscar Matte, Rodolpho Campani, Walter Heckmann, Ernesto Oswaldo Schmitt, Otto Niemeyer, Reynaldo Schoeller, Hugo Gerdau, Alfredo Stumpf, Hugo Becker e Francisco Strattmann. Todos eles eram ciclistas da Rodforvier Verein Blitz (Sociedade Radfahrer Verein Blitz).
A primeira sede do Fussball estava situada na Rua Dr. Timóteo, ao lado do velódromo da Sociedade Blitz, em terreno doado pelo Dr. Luiz Englert. O campo foi inaugurado no dia 9 de novembro de 1903, com um jogo interno, e foi utilizado pelo clube até 1911.
O Fussball marcou presença no primeiro jogo disputado entre equipes porto-alegrenses, no dia 6 de março de 1904, contra o Grêmio. O programa da partida, com escalações dos times e outros detalhes, foi impresso em português e em alemão. O Grêmio venceu a partida, apitada por Valdemar Bromberg, pelo placar de 1 a 0. Além disso, o Fussball disputou com o Grêmio a primeira competição interclubes disputada em Porto Alegre: a Taça Wanderpreis.
Em 1908, o clube atravessou uma crise: a diretoria pediu a renúncia do presidente Oscar Campani e, em 17 de junho, foi eleito para o cargo Carlos Foernges Filho. Em 1910, o Fussball participou da fundação da Liga de Foot-Ball Porto Alegrense, disputando o campeonato municipal.
Em 1914, juntamente com Grêmio, Americano e Manschaft Frisch Auf, fundou a Associação de Foot-Ball Porto Alegrense.
Durante a Primeira Guerra Mundial, em 1916, o nome do clube foi mudado para Foot-Ball Club Porto Alegre. As cores também mudaram, trocando o alvi-negro original pelo alvi-verde. Em 1923, inaugurou o maior estádio de Porto Alegre na época: a Chácara das Camélias, que foi depois utilizado pelo Nacional (um clube de ferroviários).

Títulos

Estaduais

  • Brasao poa.png Troféu Wanderpreis: 3 vezes (1904, 1908 e 1909).


Outras conquistas

Torneios estaduais

  • Torneio Início: 1923 e 1928
  • Torneio Lemos Bastos: 1923
  • Torneio Ruy Barbosa: 1923
  • Taça 14 de Julho: 1927
cameponato citadino de 1923

Basquete

  • Campeonato Gaúcho de Basquete (Masculino): 5 vezes (1927*, 1928*, 1939*, 1940** e 1941**).
* Liga Atlética do Rio Grande do Sul - LARGS.
** Federação Atlética do Rio Grande do Sul - FARGS.

Alison Lene
Colaborador
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Série "Futebol Romance": Clube Atlético Bandeirantes SP

Clube Atlético Bandeirantes foi uma agremiação esportiva da cidade de São Carlos, fundada a 25 de janeiro de 1941.

História

Foi fundado em 1941 como amador, pelo Sr. Mario Tagata (da colônia japonesa), depois o clube juntou-se ao Bonsucesso FC, ao Vila Elizabeth FC, e ao CE União para disputar o Campeonato Amador do Estado em 1955, e para chegar ao profissionalismo em 1956, quando disputou por nove anos seguidos o Campeonato Paulista da segunda e terceira divisões, mas no fim de 1964 foi extinto.

Futebol amador

Disputou durante vários anos, campeonatos amadores de São Carlos, e foi vice-campeão em 1949, quando o CE União foi o bi-campeão.
Jogadores de 1941
Dori, Ivo (*), Nicola, Rene, Toninho, Osmar, Mauro, Didi, Nélio, Jorge (Japão), Aldo.
  • Presidente: Mario Tagata
  • Diretor: Cury

Futebol profissional

É o pioneiro do futebol profissional em São Carlos, e até hoje reconhecido como um clube que jamais poderia ter sido extinto, por ter levado o nome da cidade a todos os lugares do estado e do país, principalmente quando bateu o Santos FC de Pelé e do técnico Lula, no dia 4 de novembro de 1957, por 3 gols a 0, em jogo comemorativo pelo centenário de fundação da cidade, sendo que um dos gols foi "olímpico" feito por Rui Denucci, e a brilhante marcação de Fabião em cima de Pelé, em jogo realizado no Estádio Paulista.

Em 4 de novembro de 1960, o Bandeirantes fez um amistoso em comemoração ao aniversário da cidade contra o São Paulo e foi batido por 3 a 0.
Como foi a extinção
Em 1964, o jogo marcante para o futebol profissional da cidade foi um amistoso que aconteceu, entre o Bandeirantes e o Corinthians, em que aconteceu uma briga generalizada entre jogadores e torcida, que causou vários danos ao "Estádio" do São Carlos Clube, porque o Corinthians mandou um time "juvenil"; e nesse dia a partir desse episódio, o Bandeirantes através de seu presidente José Tibúrcio do Prado Neto, informou que o clube estava saindo do futebol e sendo extinto.

Outros jogos

  • Em 1957 para inaugurar o novo "gramado", o Bandeirantes fez dois jogos amistosos Palmeiras no Campo Municipal Prof. Luís Augusto de Oliveira, um no dia 7 de abril e outro em 6 de outubro no Estádio Paulista, ambos vencidos pelo Palmeiras por 5 a 3 e 5 a 1. contra o
  • Nesse ano de 1957, o Bandeirantes mandou seus jogos no Estádio Luisão, pois o Estádio Paulista estava em reformas para os Jogos Abertos do Interior.
  • Em 22 de agosto de 1957, o Bandeirantes fez um jogo amistoso contra a Ferroviária no Estádio Fonte Luminosa em Araraquara na comemoração dos 140 anos do aniversário da cidade, e venceu espetacularmente o "esquadrão" que a Ferroviária possuia, por 2 a 1. no
  • No ano de 1964, seu último ano, o clube mandou a maioria dos seus jogos no Estádio Rui Barbosa.
Campeonatos disputados
  • Segunda divisão 1956, 1957, 1958 e 1959 - (1959 caiu para a terceira)
  • Terceira divisão 1960, 1961, 1962, 1963 e 1964 - (infelizmente o clube foi extinto).
Alison Lene Cirilo da Silva
Presidente e Diretor de Futebol
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Série "Futebol Romance": Associação Desportiva Pitu

O Associação Desportiva Pitu é um clube brasileiro de futebol do município de Vitória de Santo Antão, Pernambuco. Fundado no dia 2 de janeiro de 1974 e extinto em 1988. Azul, vermelho e branco eram suas cores.

História 

Quando fundaram o clube, a intenção de seus dirigentes era transformar a equipe na 4ª força do futebol pernambucano. Para isto, solicitaram a inscrição junto a Federação Pernambucana de Futebol para as disputas do Campeonato Pernambucano de Futebol deste ano. Mas a equipe acabou realizado uma campanha fraca, sendo eliminada logo na 1ª fase. O clube não possuiraum estádio em condições de abrigar seus jogos, teve que disputar as partidas como mandante em Recife.

Após este campeonato, devido as dificuldades econômicas para se manter no futebol profissional, o clube se afastou das disputas. O único título de importância foi a conquista do campeonato pernambucano de futebol de salão em 1983.
O clube sobreviveu até 1988, quando sem condições de manter suas atividades esportivas e sociais, resolveu fechar as portas.

Títulos

Futebol de salão

  • Campeonato Pernambucano: 1983.
Alison Lene Cirilo da Silva
Presidente e Diretor de Futebol
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Série "Futebol Romance": Associação Atlética Botucatuense SP

A Associação Atlética Botucatuense é um clube social, e uma antiga equipe de futebol da cidade de Botucatu, no estado de São Paulo. Fundada incialmente em 1904 como Sport Club Botucatuense, mudou para o nome atual em 1918. Teve seu ápice durante os anos 60, quando chegou a disputar a segunda divisão paulista. Sua grande rival é a também desativada, e atual clube social Associação Atlética Ferroviária, as quais eram responsaveis pelo Derby Botucatuense. Nos tempos atuais, possue uma excelente equipe de futsal, várias vezes campeã regional e com ótimo desempenho no campeonato paulista. Suas cores e escudo são uma homenagem ao Botafogo Futebol e Regatas.

Alison Lene Cirilo da Silva
Presidente e Diretor de Futebol
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Série "Futebol Romance": Associação Atlética Ararense SP

A Associação Atlética Ararense foi um clube brasileiro de futebol da cidade de Araras, no estado de São Paulo. Foi fundado em 16 de setembro de 1926 por um grupo de trabalhadores da indústria de Araras, sendo inicialmente chamado Operário Futebol Clube, tendo como cores o grená e branco.
 
Participou da segunda divisão do Campeonato Paulista em três ocasiões: 1949, 1950 e 1951.

Alison Lene Cirilo da Silva
Presidente e Diretor de Futebol
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Série "Futebol Romance": Associação Desportiva Araraquara

A Associação Desportiva Araraquara mais conhecido como ADA, foi um clube brasileiro de futebol da cidade de Araraquara, no estado de São Paulo. Suas cores eram azul e branco. O clube surgiu da fusão entre Paulista Futebol Clube e São Paulo Futebol Clube, ambos de Araraquara, realizada em 1952.

Foi onde surgiu o meio-campista Dudu, que jogou no Palmeiras entre os anos 1960 e 1970.

Alison Lene Cirilo da Silva
Presidente e Diretor de Futebol
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Série "Futebol Romance": Antarctica Futebol Clube

O Antarctica Futebol Clube foi um clube brasileiro de futebol amador da cidade de São Paulo. Foi fundado em 1915 e utilizava camisa vermelha, calção e meias brancas. Atualmente se encontra extinto.

Assim como tantas outras empresas, a Cia. Antarctica Paulista de bebidas mantinha em seu grêmio de funcionários um clube de futebol. Fundada em 1915, participou, a partir de 1917 de divisões inferiores da APEA vindo a disputar a 1ª Divisão do Campeonato Paulista em 1926, quando surgiu a LAF. Em 1929, quando a liga foi extinta, a equipe volta para a 2ª Divisão da APEA.

Em 1933, o Sport Club Internacional, um dos "grandes" do início do século XX, que estava em dificuldades, havia recusado muitas propostas de fusão, mas acaba aceitando a da cervejaria e se funde com o Antarctica, dando origem ao Clube Atlético Paulista no ano seguinte.

Alison Lene Cirilo da Silva
Presidente e Diretor de Futebol
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Série "Futebol Romance": Sport Club Americano (Porto Alegre) RS

O Sport Club Americano foi um clube brasileiro de futebol, da cidade de Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul. Suas cores eram branco e grená.
O melhor momento do clube foi no ano de 1928, quando conquistou o Campeonato Citadino e o Campeonato Estadual.

História

O Americano foi fundado no dia 4 de julho de 1912, sob a denominação Sport Club Hispano-Americano. Foram seus fundadores: Jacinto Losano, João Ray, Bernardo Serrano, Erwin Siegmann, João Siegmann, Paulo Manchon, Manoel Manchon, André Ibañez, Reynaldo Preuss, Honório Ouriques e Napoleão Salatino.
Em 1913, o nome do clube é alterado para Sport Club Americano. No ano seguinte, ingressou na Liga de Foot-Ball Porto Alegrense, a qual abandonaria em julho de 1914, para criar a Associação de Foot-Ball Porto Alegrense, juntamente com Frisch Auf, Grêmio e Fussball Porto Alegre.
Com a unificação do futebol de Porto Alegre, em 1916, fundou-se a Federação Sportiva Riograndense, e o Americano foi integrado à 2ª Divisão da capital gaúcha. Participou da fundação da Federação Porto Alegrense de Foot-Ball, em 1918.
Em 1924, o Americano filiou-se à Associação Porto Alegrense de Desportos (APAD), pela qual conquistaria os campeonatos de 1924 e 1928. Neste ano, o clube sagrou-se campeão estadual, ao vencer o Bagé por 3 a 0, no dia 24 de outubro.
No ano de 1925, o Americano adquiriu posse do terreno onde foi construído o seu campo, situado na Rua Larga, próximo ao bairro da Azenha. A inauguração oficial ocorreu no dia 25 de abril de 1926, derrota para o Internacional por 3 a 0.
No início de 1929, o Americano desliga-se da APAD e, juntamente com Grêmio , Internacional e outros clubes de Porto Alegre, cria a Associação Metropolitana Gaúcha de Esportes Atléticos (AMGEA). Neste mesmo ano, o clube é novamente campeão citadino. Porém, ficou de fora do Campeonato Gaúcho, pois a Federação Riograndense de Desportos indicou o campeão da APAD – o Cruzeiro – para a disputa da competição estadual.
Em 1935, conquistou o Torneio Início de Porto Alegre. Em 1937, vários clubes rompem com a AMGEA, criando a "AMGEA Especializada", numa tentativa de profissionalizar o futebol gaúcho. O Americano, porém, mantém-se fiel à AMGEA (agora conhecida como "AMGEA Cebedense"), sendo vice-campeão do campeonato organizado pela entidade, em 1937. Aderiu à "AMGEA Especializada" no ano seguinte.
No início da década de 1940, o Americano passou por severas crises financeiras. O clube tentou uma fusão com um grupo de estudantes, passando a chamar-se Americano-Universitário. Porém, a fusão não progrediu e o clube decretou a falência.
Escudo do Sport Club Americano Universitário (Década de 1940):
Títulos

  • Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho: 1928.
  • Brasao poa.png Campeonato Citadino de Porto Alegre: 3 vezes (1924, 1928 e 1929).
Alison Lene Cirilo da Silva
Presidente e Diretor de Futebol
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Série "Histórias do Futebol": O Craque Infalível!

Finalíssima de campeonato no interior mineiro e o time da casa precisava desesperadamente da vitória - o empate daria o título ao arqui-rival.
 
Para piorar as coisas, um problemão: Joca, o grande craque da região, o Pelé da época, muito gripado, não podia jogar. A pedido do técnico, fica no banco de reservas, apenas para intimidar o adversário.
 
Rola a bola e o jogo é tenso, fechado, nada de oportunidade de gol para nenhum dos times. Já no finalzinho, o técnico, em desespero, chama o Joca e pede:
- Vai pro sacrifício, meu craque! É tudo ou nada. Só você pode nos salvar!
 
E o nosso herói entra em campo, aos 41 minutos do segundo tempo. Aos 44, em um contra-ataque, o ponta direita Fumaça vai ao fundo e cruza: Joca mata a bola no peito, tira o beque da jogada e dispara...
 
A torcida se levanta, os locutores enchem os pulmões para gritar gooool!...
De repente, os refletores do estádio se apagam. Ninguém consegue ver a conclusão do lance...
 
Pânico geral, somente cinco minutos depois as luzes começam a voltar. Em meio à confusão, a bola sumiu.
E, afinal, o que aconteceu?
Sereno e impassível, o juiz se dirige para o centro do gramado...
Os repórteres o cercam:
- O que foi, seu juiz?
E ele, com toda a segurança:
- GOL!
Mas ninguém viu a bola entrar após o chute  do  Joca! - argumentam os repórteres atônitos e os adversários enfurecidos.
E o juiz, com a maior calma:
- Vocês que acompanham futebol sabem muito bem:
“DALÍ, O JOCA NÃO PERDE!”.

Alison Lene Cirilo da Silva
Presidente e Diretor de Futebol
"SEA RN: Acreditando no Sonho de se Tornar GRANDE"